sexta-feira, 19 de maio de 2017

as lutinhas de espadas com meu primo na punheta

Foi com um de meus primos, ele tinha 16 e eu 15, eu ainda era virgem, mas o filho da mãe já tinha comido nossa prima gostosa e ficava se gabando por isso. Bati muitas punhetas imaginando as cenas que ele descrevia. Como estávamos na puberdade os hormônios estavam a mil, naturalmente nós falávamos muito sobre sacanagem e putaria, e batíamos muitas punhetas juntos, mas cada um no seu canto. Com o tempo percebi que ficava mais excitado quando batia punheta com ele do que quando batia sozinho. E vê-lo gozar me dava muito tesão e me fazia gozar além do normal. Mas não rolava nada entre nós. As vezes nós brincávamos de lutinha e um aproveitava pra conchar o outro. Mas eu tentava mais ficar de frente pra sentir o pau dele roçando no meu, apesar das roupas limitarem a sensação. Daí quando os pintos já estavam bem duros íamos bater uma. E ficava nisso.

Teve um dia que quase rolou algo, depois de uma lutinha fomos bater uma. Mas estávamos muito próximos na cama, ele gozou primeiro e espirou em mim, na minha barriga e no meu peito, eu fiquei louco, xinguei de tudo quanto é nome, e falei que ia fazer ele engolir minha porra. Ele tentou fugir mas eu fui mais rápido e pulei em cima dele, nossas picas se roçaram e dele ainda estava toda gozada aquilo me encheu de tesão, acho que foi por isso que consegui domina-lo, ele era um pouco mais forte do que eu. Daí eu comecei a bater uma com a cabeça da minha pica roçando na dele que era uns 2 cm maior que a minha. O tesão era tanto que acabei gozando bem rápido, nunca tinha gozado tanto na minha vida, encharquei o pau dele de porra. Ele me xingou pra caralho mas percebi que o pinto dele tinha ficado duro de novo, e isso considerando que ele tinha acabado de gozar. Acho que ele ficou puto por ter sentido tesão com nossa brincadeira, eu entendo porque também demorei pra admitir que tinha tesão por um pinto. Não tenho atração física por homens, mas adoro uma luta de espadas, não curto muito penetração, meu negócio é sensação mesmo, até mesmo com mulheres, eu curto mais esfregar o pau na xana, e também adoro ver vídeos de xana com xana, que são meus favoritos.

Voltando a minha história, depois disso as coisas ficaram um pouco estranhas entre nós, eu fiquei com muita vergonha e acabei me afastando, ficamos uns 6 meses sem se falar, nesse meio tempo eu perdi minha virgindade com uma outra prima (ela passou uns tempos em casa, enquanto seus pais viajavam.). Só voltamos a conversar no aniversário dessa prima, ele veio todo cheio contando que tinha comido mais 2 minas. Daí eu me vinguei contando que tinha comido essa prima, a que ele pegou era mais velha e mais gostosa, mas ele era fascinado por essa, faltava lamber o chão que ela passava. Ficou verde de inveja e me ordenou que fosse na casa dele pra batermos uma enquanto eu contava os detalhes. Daí eu fui e acabamos voltando na nossa rotina, mas na estaca zero com um bem longe do outro. E foi assim até um dia em que encontrei um objeto que mudou tudo. Tinha ido em uma chácara com a família daí fui tomar banho e no banheiro tinha uma daquelas boias de braço para crianças. Olhei aquilo e como safado que sou aquilo me lembrou uma bucetinha, não demorou 2 segundos pra mim enfiar o pau ali. Curti muito e acabei levando a boia embora. Passei a usa-la muito, quase não usava mais as mãos. Daí no final de semana fui na casa do meu primo e contei pra ele do meu novo brinquedo, ele ficou super animado fez um monte de perguntas e pediu pra que eu trouxesse na próxima vez.

Quando chegou o outro final de semana eu levei meu brinquedinho e combinamos que íamos revezar. Começou com ele, e vê-lo metendo o pau ali e saber que eu meteria o meu no mesmo lugar me deixou explodindo de tesão, tive que bater uma bem de leve pra não gozar, queria gozar na boia pra ele ter que lava-la se não quisesse meter no meio de minha porra. Não demorou muito pra eu pedir a boia, ele reclamou um pouco para entrega-la. Mas por fim entregou, eu comecei a meter e logo montei em minha mente as imagens dele enfiando o pau na boia, comecei a meter com vontade, não demorou muito ele pediu a boia, enrolei um pouco e disse que depois eu deixava ele ficar mais tempo também. Alguns instantes depois eu gozei. Daí passei para ele e falei que tinha um presentinho, ele me xingou de safado, e eu respondi que agora estaria mais lubrificada mas ele poderia ir lavar se quiser. Para minha surpresa ele disse foda-se e começou a meter no meio da minha gozada mesmo. Meu pau que estava começando a ficar mole subiu de novo. E ficou como pedra quando ele começou a dizer que estava melhor ainda. Eu esperei pacientemente ele gozar, daí ele me passou e disse que eu podia lavar se quisesse. Eu falei que queria ver se ficava melhor mesmo, não tenho como descrever a sensação da mistura de nossas porras deslizando pelo meu pau. Foi fantástico. Reparei que o pinto dele nem chegou a ficar mole, mas eu tava aproveitando bem cada segundo metendo o meu pau no meio daquela boia recheada de porra. Não demorou muito pra ele pedir a boia, eu não passei. Ele pediu de novo daí eu falei pra esperar mais um pouco. Na terceira vez ele ameaçou toma-la a força. Daí com minha resposta o nível da brincadeira mudou.

Eu falei pra ele que não ia entregar e se ele quisesse que metesse do outro lado, nossos paus não eram muito grandes, mas não tinha como enfiar os dois sem que tivessem contato. Ele ficou calado por um tempo, até achei que ele ia esperar eu terminar, mas por fim disse que tá bom foda-se. E colocou o pau dele no outro lado da boia, na primeira enfiada a cabeça de nossas picas já se roçaram, nem imaginam o meu tesão, e o dele também, nós forçamos os paus como se tivéssemos tentando meter um no outro. Na segunda estocada após a trombada meu pau deslizou por cima do dele. E ficamos assim por um bom tempo, hora a minha pica deslizava por cima da dele, em outras a dele por cima da minha, e em outras nenhuma deslizava e as cabeças ficavam “se beijando” uma tentando engolir a outra. Não sei como não gozei, ficamos assim até ele sugerir que metessemos do mesmo lado. Topei na hora. Ficou ainda melhor, pois desse jeito além de nossas picas ficarem se roçando constantemente (não apenas nas trombadas), as vezes nossas bolas se roçavam. Não aguentei muito e acabei gozando, lambuzei de porra a boia e a minha pica e a dele, isso fez com que ele gozasse também. Apesar dos hormônios da puberdade não éramos de ferro. Mas depois de descansar brincamos mais um vez antes de eu ir embora. Ele pediu pra eu deixar meu brinquedinho, resisti um pouco mas cedi e combinamos que ia ficar uma semana com ele e uma comigo. E ficamos brincando assim quase todo final de semana por uns 3 ou 4 meses. Até que um dia eu não achei a minha preciosa boia, suspeito que minha mãe tenha a encontrado e jogado fora por achar que não tinha utilidade. O pior era que seria complicado perguntar a ela sobre isso.

Quando fui visitar meu primo e contei ele ficou uma fera, me xingou pra caramba. Começou o sermão falando como íamos fazer agora? Precisávamos da boia!

Mas nós já estávamos com bastante intimidade, de um pegar na pica do outro e tudo. Daí eu falei que dava pra se esfregar sem a boia mesmo, o que dava mais tesão era as picas se roçarem mesmo. Foi ai que nossa relação evoluiu mais um passo, começamos a ter mais liberdade um com o outro, e esfregar as picas sem fingir que não gostávamos. As vezes até rolava chupetas pra dar uma animada, mas o nosso negócio mesmo era o duelo de espadas.

Com o tempo arrumei uma namorada e acabamos se distanciando um pouco, passei a visitar menos a casa dele, e os duelos eram cada vez mais raros.

Ele também arrumou uma namorada, que era muito gostosa e louca, brincamos os 3 juntos algumas vezes, mas isso é uma historia pra outro conto.

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